O Dia Internacional da Mulher: Liberdade ou Escravidão?

Por Roberta Costa

A busca insaciável pela “liberdade” e afirmação de quem nós somos sempre foi latente no coração do homem.

Desde o Éden reconhecemos essa busca na fala da serpente em sua conversa com Eva que, por sua vez é convencida de que, desobedecer a tornaria livre para viver conforme sua própria vontade que seria um viver aquém de Deus.

A data de hoje, revela não só um simples desejo da busca por direitos iguais, mas sim, a inquietação do coração caído para realizar suas vontades insanas.

O cristianismo sempre esteve e estará contrariando esse desejo libertário. Mas o que de fato deve definir a história das mulheres cristãs?

Vamos lembrar da mulher samaritana e sua conversa com Jesus, Ele sim redefiniu a história daquela mulher descriminalizada pela sociedade daquela época.

A história da mulher samaritana é apenas um dos muitos exemplos de quem realmente “revolucionou” a nossa história.
Cristo não só inseriu as mulheres na sociedade, mas as salvou do estrago feito lá no Éden por conta dessa busca libertária que na verdade não define quem nós somos como mulheres!

Então, não se contente em ser lembrada mulher, apenas em um dia do ano, mas sim por saber que você foi resgatada dessa mentira que começou lá no Éden e que hoje tem uma nova roupagem através da falácia do discurso feminista que está por trás da data de hoje.

Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vās e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo.Colossenses 2:8.

Sobre a Autora: Roberta Costa é Esposa, Mãe e Teóloga Presbiteriana.

Michael Vieira

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